O Brasil concentra 19% dos 105 milhões de ataques contra dispositivos IoT, vindos de 276 mil endereços exclusivos IP, registrados nos primeiros seis meses do ano em todo o mundo. Esse número é nove vezes maior do que o do primeiro semestre de 2018, período em que foram identificados cerca de 12 milhões de ataques originados em 69.000 endereços IP.
Esses números deixam o Brasil como o segundo país com mais ataques a dispositivos da internet das coisas, atrás da China, que concentra 30%, e à frente do Egito, com 12%, segundo levantamento realizado pela empresa de softwares de segurança Kaspersky, feito com ajuda de honeypots, redes de dispositivos e aplicativos virtuais conectados à internet. E mostra uma melhoria sobre 2018, quando o Brasil liderava a lista com 28% dos ataques, a China estava em segundo lugar com 14% e o Japão vinha em seguida com 11%.