O Banco Central admitiu nesta segunda-feira (21) um atraso no desenvolvimento do Drex – o real digital – e revisou o cronograma da primeira fase de testes. Antes prevista para acabar entre fevereiro e março do ano que vem, essa etapa do piloto deve durar até maio de 2024.
Segundo Fabio Araujo, coordenador do real digital no BC, a inclusão dos participantes na rede está sendo um processo mais lento do que o previsto e questões de privacidade estão se mostrando um “desafio grande” no desenvolvimento da moeda digital brasileira.
“Estamos enfrentando alguns problemas. O cronograma está sendo executado de uma forma um pouco mais lenta do que a gente tinha planejado para colocar as pessoas para dentro da rede”, afirmou Araujo, durante live semanal do BC.