Teletime – Bruno do Amaral
Os fundos EB Capital e Digital Colony, por meio da Highline Brasil, ainda aguardam definições sobre o leilão do 5G, após a análise do Tribunal de Contas da União, para tomar decisão de participar ou não. Porém, não se descarta um olhar que pode ir além dos lotes regionais oferecido no certame, uma vez que as oportunidades de crescimento junto a prestadoras de pequeno porte são grandes.
O diretor de desenvolvimento de negócios da Highline Brasil, Luis Minoru Shibata, considera prematuro dar uma posição sobre o leilão, mas também enxerga que, se houver um “ligeiro atraso na perspectiva”, será proveitoso para a empresa ter mais tempo para análises e traçar com maior refinamento o plano de negócios. O fato é que a empresa já tem ideia da estratégia que quer tomar.
“Queremos evitar fazer um business case da Faria Lima. Temos gastado muito tempo e esforço para conversar com interessados. Não queremos cliente final, mas ser uma rede neutra mesmo, e não uma ‘rede aberta’ criada pelos clientes âncoras”, destacou Shibata durante o Teletime TEC nesta terça-feira, 25.