Brasil deve indicar estudos sobre faixa de 6 GHz para o IMT até 2023

Teletime – Samuel Possebon

Mais uma disputa por espectro começa a aparecer no horizonte: a faixa de 6 GHz. E mais uma vez os serviços por satélite devem ficar em oposição às operadoras móveis. Mas desta vez há outros interesses em jogo: emissoras de TV, empresas de internet e fabricantes de equipamentos interessados no desenvolvimento do mercado de WiFi também tendem a ficar contra as empresas de telecomunicações.

Um dos capítulos desta disputa, que deverá ganhar corpo até 2023, acontece na reunião do conselho da Anatel desta semana. Está prevista a votação, pelo conselho, entre os itens administrativos em pauta, de uma proposta brasileira a ser levada na Conferência Mundial de Radiocomunicação de 2019 (CMR 2019), a ser realizada no mês de novembro, em Sharm el-Sheikh, no Egito, para que até 2023 se estude a identificação de possíveis frequências nas faixas de 5925-6425 MHz e 6425-7125 MHz para o IMT (banda larga móvel).

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