Brasil | Destino da faixa de 6 GHz amplia divergência no setor

Tele.Síntese

O destino da ocupação da faixa de 6 GHz amplia a divergência no setor de telecom, conforme as contribuições à consulta pública nº 29, que terminou ontem, 6 de agosto. A divergência se ampliou não apenas entre os prestadores de serviços, mas também entre os fabricantes e entidades estrangeiras. Provedor regional, como a Brisanet, alinha-se às operadoras de grande porte, como Claro, Vivo e TIM na defesa do fatiamento da faixa, para que ela seja ocupada pelo WiFi e também pelo IMT (tecnologia do celular) e a Oi, por outro lado, passa a se alinhar aos provedores regionais na defesa da exclusividade do uso do espectro para a tecnologia não licenciada, oWiFi.

No front internacional, enquanto a GSMA, que representa o ecossistema de telefonia celular, apresenta fortes argumentos para o fatiamento do espectro, a WiFi Alliance, que tem as big techs como associadas, constrói assertivas em defesa da democratização do acesso e da indústria local. Os fabricantes, por seu turno, também mudam o perfil geopolítico, onde as empresas de bandeira norte-americana se alinham à defesa integral do espectro, e as europeias e chinesas pelo seu fatiamento.
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