Brasil | CNJ estuda autorizar uso de IA generativa de big techs nos tribunais

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O ouvidor-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Fernando Bandeira de Mello, anunciou nesta segunda-feira, 19, que o órgão estuda alterar as regras de uso da Inteligência Artificial no Judiciário para permitir que tribunais contratem ferramentas desenvolvidas pela iniciativa privada. A norma em vigor prevê que as aplicações sejam limitadas àquelas cujo poder público detém os direitos autorais.

“Esses gigantes que estão lutando por desenvolver esses sistemas de LLM [large language models] – Google, Open IA, Meta – todos eles estão desenvolvendo sistemas robustos que, para rodar, precisam de muito treinamento, muito fôlego e máquinas potentes. Nós não temos essa condição”, afirmou Bandeira de Mello.

A declaração ocorreu durante o Fórum Internacional Justiça e Inovação (FIJI), em Brasília, que reuniu presidentes de tribunais superiores para debater os impactos do desenvolvimento tecnológico no Judiciário (saiba mais abaixo).

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