Valor – Daniela Braun e Cristian Favaro
O ciberataque que tirou do ar os sistemas do Grupo Fleury desde a manhã de terça-feira é um dos exemplos do quão frequentes e bem-sucedidas têm sido as tentativas de sequestro de dados, os ransomwares, contra empresas no Brasil. O sistema da rede de saúde e medicina diagnóstica permanecia fora do ar até o fechamento desta edição, assim como agendamentos de exames por telefone ou site.
Hospitais que utilizam os serviços do Fleury, como os da Rede D’Or São Luiz, estavam trocando informações sobre exames de seus pacientes com o laboratório manualmente. Dos 56 hospitais da Rede D’Or no país, 14 são atendidos pelo Fleury, na Grande São Paulo e Distrito Federal.
Também cliente do Fleury, o Hospital Sírio-Libanês informou, por meio de nota, que implementou fluxos e sistemas alternativos para manter a realização de exames laboratoriais e a entrega de laudos. “Ressaltamos que os sistemas do Sírio-Libanês não foram afetados”, acrescentou.
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