Brasil | Carteira do Google chega ao país

O Google anunciou nesta quarta-feira, 20, o lançamento da Carteira do Google no Brasil. Disponível para Android e WearOS, o aplicativo vai permitir que nossos usuários centralizem todos os seus itens digitais, como cartões de crédito e débito, comprovantes de vacinação, bilhetes de transporte e ingressos para eventos, em um único lugar. Além disso, a partir do app, as pessoas poderão fazer pagamentos com o Google Pay.

Entre os itens digitais que podem ser levados na Carteira do Google estão o comprovante de vacinação contra a COVID-19, emitido pelo Ministério da Saúde por meio do Datasus, e ingressos para shows emitidos pela Ingresso.com. No total, temos mais de 15 parceiros no Brasil, entre bancos, emissores de cartões, bandeiras, entre outros, e esperamos expandir a lista ao longo dos próximos meses.

Privacidade e segurança são a base da Carteira do Google e oferecemos configurações detalhadas, de acordo com as suas preferências. Itens altamente pessoais, como o comprovante de vacina contra a COVID-19, nunca serão compartilhados sem sua permissão. E, caso seu celular seja perdido ou roubado, é possível encontrar, bloquear ou apagar seu dispositivo usando “Encontrar meu dispositivo”. Suas informações guardadas na Carteira contam com a segurança do Android e só poderão ser acessadas com senha, desenho do padrão ou biometria.

Usar a Carteira do Google é simples: se você já tem o Google Pay, o aplicativo será atualizado automaticamente, se as atualizações automáticas estiverem ativadas. O aplicativo está disponível para download também por meio da Play Store.

Somente no ano passado, as buscas no Google por pagamento sem contato cresceram 24%, mostrando o interesse dos brasileiros nesta nova forma de pagamento. Ao mesmo tempo, o número de pagamentos sem contato feitos no país representou 30,1% do total em março de 2022, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o que mostra um crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado, quando somente 8% dos pagamentos eram feitos dessa forma.

*Com informações do Blog do Google.