Quando os fundadores da Nomo (WaveTech) foram levantar recursos para criar uma operadora virtual de telecom (MVNOs), uma das portas nas quais bateram foi a de Pedro Ripper, o CEO da Bemobi. Na época, Pedro não quis investir na startup porque achou que o mercado de MVNOs era praticamente inviável no Brasil. Mas, como havia gostado dos empreendedores, fez uma promessa:
“Se um dia vocês decidirem migrar para o mercado B2B, me procurem de novo.”