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O presidente da Ancine, Alex Braga, defendeu, nesta quarta-feira, 16, a prorrogação da política de cotas de veiculação de conteúdo nacional na TV paga. A obrigação estará extinta em meados do ano que vem, mesmo que não haja uma revisão profunda da lei do SeAC. Segundo ele, em 2021, a veiculação de obras brasileiras em canais qualificados ficou em 7,9% da programação, ante a obrigação de 2,1%, uma alta de 279%.
“Desse percentual, 4,1% foram de conteúdo independente”, disse Braga. No horário nobre, as operadoras de TV paga exibiram 13,8% de conteúdo nacional, superando em 68% o exigido na lei, sendo 9,5% de obras independentes.
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