Brasil | Agência Nacional de Cibersegurança: foco será mitigar 85% dos ataques

Convergencia Digital

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República entende que o Brasil já está atrasado por ainda não ter criado a Agência Nacional de Cibersegurança. O GSI, que elabora a proposta de uma Política Nacional de Cibersegurança, incluiu a ANCiber na minuta de um anteprojeto de lei. E considera que, com previsão de 800 funcionários e orçamento anual de quase R$ 600 milhões, seria um órgão enxuto para as dimensões sociais e econômicas do Brasil. 

“Começar agora já é um atraso. Como vimos no debate, todos estão de acordo que essa ação já há muito tempo deveria ser tomada. À medida que a economia se digitaliza, como um todo, a nível global, vários setores vão criando maturidade dentro do processo de proteção cibernética. Alguns atingem altos níveis de proficiência. Porém, falta nesse processo a coordenação geral, a coordenação nacional, um ponto único nacional, que propicie inclusive a cooperação internacional”, afirmou o secretário de Segurança da Informação e Cibernética do GSI, brigadeiro Luiz Fernando Moraes da Silva. 

A criação da ANCiber foi discutido durante o Cyber Gov 2023, promovido pela Network Eventos e pela Convergência Digital em 21/6, em Brasília. O brigadeiro ressaltou o caráter de coordenação esperado do novo órgão, distribuindo conhecimento a segmentos mais vulneráveis do ecossistema digital de forma a elevar o patamar básico da maturidade cibernética. 

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