Teletime – Henrique Julião
A proposta de reduzir pela metade os blocos de 26 GHz que serão disponibilizados no leilão de 5G não tem o apoio de fornecedoras como Nokia e Qualcomm, que vislumbram limitações no uso do espectro. Já pelo lado das operadoras, a Oi não vê grande impacto no curto prazo.
Relator do edital de 5G na Anatel, o conselheiro Emmanoel Campelo introduziu nesta semana o novo desenho com 16 blocos de 200 MHz, em vez de oito blocos de 400 MHz. Na deliberação final sobre o formato do leilão (que pode ocorrer na semana que vem), a agência deve bater o martelo se esta será a divisão da faixa de ondas milimétricas.
CTO da Nokia para América Latina, Wilson Cardoso entende que a mudança não é conveniente. Ao TELETIME, o executivo afirmou que os equipamentos para a faixa de 26 GHz foram projetados considerando 400 MHz de largura de banda. Assim, blocos menores do que este levariam a subutilização da faixa.
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