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	<title>Leonardo Euler &#8211; DPL News</title>
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	<title>Leonardo Euler &#8211; DPL News</title>
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		<title>Pausa produtiva: a pandemia como fator de aceleração de transformação digital</title>
		<link>https://dplnews.com/pausa-produtiva-a-pandemia-como-fator-de-aceleracao-de-transformacao-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Euler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 13:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANÁLISIS]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Euler de Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1168" height="1168" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews leonardo euler jb260420" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420.png 1168w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-300x300.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-1024x1024.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-150x150.png 150w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-768x768.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-696x696.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-1068x1068.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-420x420.png 420w" sizes="(max-width: 1168px) 100vw, 1168px" title="Pausa produtiva: a pandemia como fator de aceleração de transformação digital 1"></div>Leer este artículo de Leonardo Euler en español. Um dos efeitos mais eloquentes e imediatos da Covid-19 e do necessário isolamento social dela decorrente é a sensação coletiva de relativa pausa. “Eu sei, a vida não para”, fazendo uso de um verso escrito pelo músico e compositor brasileiro conhecido como Lenine. Sem embargo, fato é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1168" height="1168" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews leonardo euler jb260420" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420.png 1168w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-300x300.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-1024x1024.png 1024w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-150x150.png 150w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-768x768.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-696x696.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-1068x1068.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb260420-420x420.png 420w" sizes="(max-width: 1168px) 100vw, 1168px" title="Pausa produtiva: a pandemia como fator de aceleração de transformação digital 2"></div>
<p><a href="https://dplnews.com/descanso-productivo-la-pandemia-como-factor-para-acelerar-la-transformacion-digital/">Leer este artículo de Leonardo Euler en español</a>.</p>



<p>Um dos efeitos mais eloquentes e imediatos da Covid-19 e do necessário isolamento social dela decorrente é a sensação coletiva de relativa pausa. “Eu sei, a vida não para”, fazendo uso de um verso escrito pelo músico e compositor brasileiro conhecido como Lenine.</p>



<p>Sem embargo, fato é que interações sociais foram sobrestadas. Incertezas de medidas e sobre o estado das expectativas se multiplicaram. Planos foram procrastinados. Uma abrupta desaceleração da atividade econômica é observada. A cadeia de valor de vários segmentos produtivos foi fortemente impactada.</p>



<p>As fotos de frotas de aviões estacionadas nos pátios dos principais aeroportos do mundo, bem como de ruas desertas de várias metrópoles, são reveladoras, emblemáticas e exemplificadoras dessa sensação. Atestam que, tanto do ponto de vista social quanto econômico, são muitas as externalidades negativas derivadas da pausa imposta pela pandemia.</p>



<p>Nesse contexto, alguns podem equivocadamente compreender essa pausa apenas como um atraso. Um aumento de latência, para fazer uso de um vocábulo do campo das redes de telecomunicações.</p>



<p>É bem verdade que, seja em tempos extraordinários ou de normalidade social (sem entrar no mérito da intersubjetividade e do conhecimento social que esse conceito pode importar), somos diariamente apresentados a perspectivas que podem ensejar uma compreensão equivocada sobre a pertinência de uma pausa.</p>



<p>Contudo, a relevância de uma &#8220;pausa reflexiva&#8221; não é algo que fique, digamos, tecnologicamente obsoleta. Não se olvida que exige uma dose de paciência. Paciência para ouvir e para ser ouvido no contexto da velocidade sem precedentes de nossas conexões diárias.</p>



<p>Dessa forma, uma pausa é também uma oportunidade para reflexões, muito embora é preciso ter ciência que quaisquer pretensões relacionadas à plena compreensão das consequências da crise desencadeada pelo coronavírus precisarão ser precedidas de muito estudo e tempo de observação. A complexidade do atual contexto evidencia percepções ao mesmo tempo que promove questionamentos sobre convicções anteriormente firmadas. Há novos desafios, perspectivas e oportunidades.</p>



<p>De fato, são muitas as reflexões que nos serão apresentadas em um ambiente global progressivamente interconectado, hiperconectado e, conforme muito bem nos admoesta essa pandemia, interdependente.</p>



<p>Esse ambiente global combinado com as lições que já podem (e devem) ser aprendidas de uma crise sem precedentes, propicia uma conjuntura singular para uma reflexão mais detida acerca da importância e essencialidade dos serviços e aplicações digitais.</p>



<p>Soluções digitais têm sido impulsionadas à medida que se revelam eficazes para endereçar os mais variados desafios que a crise nos impõe a todos. O confinamento tem ensinado que custos de transação podem ser significativamente reduzidos e ganhos de produtividade logrados a partir do uso mais intensivo e inteligente de mecanismos digitais.</p>



<p>Para muito além disso, possibilidades de distribuição de renda, inclusão social, provimento de saúde e educação ganharam novos contornos a partir das soluções digitais que têm sido incorporadas nesses diferentes processos. O Estado tem descoberto meios mais eficazes e eficientes de promover políticas públicas e de amparar os mais vulneráveis.</p>



<p>Ao potencializar capacidades, um novo patamar foi galgado em termos de compreensão coletiva sobre o uso das TICs como instrumento de empoderamento dos cidadãos bem como de promoção de cooperação e solidariedade social. A inclusão digital passa a ser compreendida não apenas como uma chave econômica, mas, sobretudo, uma chave social e até mesmo de sobrevivência.</p>



<p>A adoção mais intensa das ferramentas digitais foi forjada pelas limitações impostas pela crise e pela disponibilidade de respostas e saídas tecnológicas para os mais diversos problemas por ela agravados. Esses foram os principais fatores catalisadores e não uma decisão de política pública.</p>



<p>Por tal razão, é curioso que as oportunidades geradas pelas soluções digitais para o enfrentamento da crise e de seus impactos negativos ensejem um misto de otimismo e perplexidade. O primeiro decorre do potencial revelado de serviços e aplicações digitais.</p>



<p>Já o segundo resulta da constatação da incapacidade que muitos países, em maior ou menor medida, têm tido para priorizar e materializar uma estratégia digital. Nesse sentido, ao observar as políticas públicas adotadas no contexto pré-COVID-19, parece ter faltado estratégia, ousadia e coragem digitais. Em alguns casos, sobraram timidez e negligência em relação à compreensão das TICs como fator de crescimento e desenvolvimento econômico.</p>



<p>Não obstante, “seja pelo amor ou pela dor”, dito popular no Brasil, uma transformação digital está sendo experimentada durante a pandemia. Apesar da sensação de pausa, Heráclito de Éfeso, filósofo pré-socrático, exprime com propriedade que &#8220;a única constante é a mudança&#8221;.</p>



<p>Na era desta transformação, todas as organizações e todos os setores são parceiros potenciais. Importa, pois, que seus efeitos positivos não fiquem adstritos às circunstâncias da crise, mas que perdurem e sejam maximizados.</p>



<p>Para isso, será necessária uma reflexão sobre a construção de novas e robustas estratégias para a transformação digital, que visem a preparar os países para uma economia baseada em dados num mundo de dispositivos conectados, além, por óbvio, para um governo e uma democracia digitais, ou seja,&nbsp;uma sociedade digital.</p>



<p>Nessa esteira, é fundamental o hígido entendimento sobre a importância do desenvolvimento das telecomunicações. Cuida-se de elemento basilar para impulsionar a vocação digital dos países. A disponibilidade de infraestrutura de telecomunicações é um componente determinante para a evolução do ecossistema digital.</p>



<p>Em outros termos, um elemento decretório para o sucesso de qualquer estratégia digital. Na prática, tal infraestrutura fornece conectividade aos participantes da cadeia de valor digital. Não há conectividade sem infraestrutura de telecomunicações.</p>



<p>Ao passo que apresentado a novas perspectivas, o processo de aprimoramento das redes de telecomunicações é tolhido por adversidades históricas. No que concerne às oportunidades, se o padrão 4G mudou a vida das pessoas, o 5G irá remodelar a sociedade e os meios produtivos.&nbsp;Não se trata de apenas mais um G, mas de um guarda-chuva que envolve e potencializa várias tecnologias.</p>



<p>Além de um incremento de velocidade de conexão, conforme ocorreu na transição da tecnologia de terceira para quarta geração, o padrão IMT-2020 tem outras facetas, notadamente aquelas relacionadas à internet das coisas, tanto para aplicações massivas quanto para aquelas que são sensíveis ao atraso. A transição para o 5G, tecnologia ainda na sua primeira infância, é um catalisador da inovação e de novas tecnologias, como Inteligência Artificial, robótica e Realidade Virtual.</p>



<p>Estamos a falar de uma rede crescente de dispositivos conectados associada a uma incrível capacidade computacional proporcionada cada vez mais pela nuvem, com insights provenientes da análise de big data e inteligência resultantes do aprendizado da máquina.&nbsp; Com a maturação desse ecossistema, as redes suportarão uma multitude de serviços diferentes, com uma quantidade imensa de distintos requisitos, ofertados por meio de uma rede que se autoconfigura conforme o tipo de utilização.</p>



<p>O potencial transformacional resultante de aplicações de AR e VR é incalculável. Revoluções podem ser alcançadas nas áreas de saúde, educação tradicional, treinamento profissional e segurança pública. Estamos diante do nascedouro de uma plataforma tecnológica chave para a quarta revolução industrial e para o aumento da produtividade a partir da digitalização das cadeias de valor de diferentes indústrias.</p>



<p>Evidentemente ainda será necessário tempo para desenvolver todos esses novos conceitos, inclusive aqueles relacionados ao fatiamento e autoorganização das redes. E, no que tange às aplicações, vale lembrar que as pessoas nunca usam a tecnologia apenas da forma como os engenheiros a projetam. Portanto, a criatividade humana sempre joga um papel de destaque.</p>



<p>Quanto aos desafios, é preciso superar barreiras que obstam o desenvolvimento dessa infraestrutura e dos serviços de conectividade que ela propicia. Afinal, a retomada da atividade econômica dependerá, em grande medida, dessa infraestrutura e de seus efeitos transversais.</p>



<p>No Brasil, em particular, verifica-se uma carga tributária incompatível e discrepante com a essencialidade dos serviços. Aliás, é comparável àquela aplicada a bens demeritórios. O chamado Fundo para Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), cujo propósito fixado em lei é assegurar, a toda a população, o acesso às telecomunicações, em condições justas e adequadas, tem sido sistematicamente utilizado tão somente para fins fiscais.</p>



<p>Essa orientação inviabiliza a destinação de recursos para a expansão de infraestrutura nas áreas desprovidas de atratividade econômico-financeira. Enquanto isso, o fosso digital e suas consequências sociais se aprofundam. E se há uma coisa que esta crise já ensinou, é que é necessário agir antes que os problemas se acumulem.</p>



<p>Ainda como provimento de exemplo, a dificuldade em conseguir licenças municipais para a instalação de torres e sítios de antenas de telecomunicações igualmente prejudica a expansão da cobertura das redes e a qualidade dos serviços nas grandes cidades brasileiras. Essas infraestruturas de suporte, ditas “passivas”, muitas vezes esbarram na burocracia e fragmentação de competências locais ou mesmo em regras de instalação desnecessárias e inadequadas.</p>



<p>Enfim, a dinâmica das telecomunicações e sua contribuição para o desenvolvimento do ecossistema digital passa pela superação de muitos desafios, alguns históricos, e pela maximização das oportunidades tecnológicas que se apresentam.</p>



<p>Assim, líderes, seja da esfera pública ou privada, envolvidos no desenvolvimento da infraestrutura de telecomunicações, e na elaboração das estratégias digitais, têm uma responsabilidade ainda maior no sentido de redobrar esforços e imprimir soluções criativas para que a agenda das telecomunicações e da sociedade digital seja desde já efetivamente priorizada.&nbsp;</p>



<p>Ao fim, a pausa para reflexão que a presente crise oferece tampouco pode constituir uma armadilha para especulações estéreis ou consumir-se na solução dos problemas mais imediatos. Que saibamos fazê-la de maneira produtiva, orientada para a formulação de novas medidas e estratégias, de modo que a transformação digital nas sociedades pós-Covid-19 seja impulsionada.</p>
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		<title>Descanso productivo: la pandemia como factor para acelerar la transformación digital</title>
		<link>https://dplnews.com/descanso-productivo-la-pandemia-como-factor-para-acelerar-la-transformacion-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Euler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 12:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANÁLISIS]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[DPL NEWS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[estrategia digital]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Euler de Morais]]></category>
		<category><![CDATA[relevante]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1166" height="1168" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews leonardo euler jb270420" decoding="async" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420.png 1166w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-300x300.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-1022x1024.png 1022w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-150x150.png 150w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-768x769.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-696x697.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-1068x1070.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-419x420.png 419w" sizes="(max-width: 1166px) 100vw, 1166px" title="Descanso productivo: la pandemia como factor para acelerar la transformación digital 3"></div>Leer este artículo de Leonardo Euler en portugués. Uno de los efectos más elocuentes e inmediatos de Covid-19 y el aislamiento social necesario que resulta de él es el sentimiento colectivo de pausa relativa. &#8220;Lo sé, la vida no se detiene&#8221;, utilizando un verso escrito por el músico y compositor brasileño conocido como Lenine. Sin [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1166" height="1168" src="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="dplnews leonardo euler jb270420" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420.png 1166w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-300x300.png 300w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-1022x1024.png 1022w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-150x150.png 150w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-768x769.png 768w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-696x697.png 696w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-1068x1070.png 1068w, https://dplnews.com/wp-content/uploads/2020/04/dplnews_leonardo_euler_jb270420-419x420.png 419w" sizes="auto, (max-width: 1166px) 100vw, 1166px" title="Descanso productivo: la pandemia como factor para acelerar la transformación digital 4"></div>
<p><a href="https://dplnews.com/pausa-produtiva-a-pandemia-como-fator-de-aceleracao-de-transformacao-digital/">Leer este artículo de Leonardo Euler en portugués</a>.</p>



<p>Uno de los efectos más elocuentes e inmediatos de Covid-19 y el aislamiento social necesario que resulta de él es el sentimiento colectivo de pausa relativa. &#8220;Lo sé, la vida no se detiene&#8221;, utilizando un verso escrito por el músico y compositor brasileño conocido como Lenine.</p>



<p>Sin embargo, el hecho es que las interacciones sociales se han descuidado. Las incertidumbres en las medidas y en el estado de las expectativas se han multiplicado. Los planes han sido postergados. Se observa una abrupta desaceleración de la actividad económica. La cadena de valor de varios segmentos productivos se vio fuertemente impactada.</p>



<p>Las fotos de flotas de aviones estacionadas en los patios de los principales aeropuertos del mundo, así como de calles desiertas en varias metrópolis, son reveladoras, emblemáticas y ejemplifican esta sensación. Atestiguan que, tanto social como económicamente, hay muchas externalidades negativas derivadas de la pausa impuesta por la pandemia.</p>



<p>En este contexto, algunos pueden entender erróneamente esta pausa solo como un retraso. Un aumento en la latencia, para hacer uso de una palabra en el campo de las redes de telecomunicaciones.</p>



<p>Es cierto que, ya sea en tiempos extraordinarios o en la normalidad social (sin considerar el mérito de la intersubjetividad y el conocimiento social que este concepto puede tener), a diario se nos presentan perspectivas que pueden dar lugar a un malentendido sobre la relevancia de una pausa.</p>



<p>Sin embargo, la relevancia de una &#8220;pausa reflexiva&#8221; no es algo, digamos, tecnológicamente obsoleto. No olvidemos que requiere una dosis de paciencia. Paciencia para escuchar y ser escuchado en el contexto de la velocidad sin precedentes de nuestras conexiones diarias.</p>



<p>Por lo tanto, una pausa también es una oportunidad para reflexionar, aunque es necesario tener en cuenta que cualquier reclamo relacionado con la comprensión total de las consecuencias de la crisis desencadenada por el coronavirus deberá ir precedida de mucho tiempo de estudio y observación. La complejidad del contexto actual resalta las percepciones al mismo tiempo que promueve preguntas sobre convicciones previamente sostenidas. Hay nuevos desafíos, perspectivas y oportunidades.</p>



<p>De hecho, hay muchas reflexiones que se nos presentarán en un entorno global que está progresivamente interconectado, hiperconectado y, como muy bien ha demostrado esta pandemia, interdependiente.</p>



<p>Este entorno global, combinado con las lecciones que se pueden (y deberían) aprender de una crisis sin precedentes, proporciona un entorno único para una reflexión más detallada sobre la importancia y la esencialidad de los servicios y aplicaciones digitales.</p>



<p>Se han impulsado las soluciones digitales porque demuestran ser eficaces para abordar los desafíos más variados que la crisis nos impone a todos. El confinamiento ha enseñado que los costos de transacción se pueden reducir significativamente y que se pueden obtener ganancias de productividad a través del uso más intensivo e inteligente de los mecanismos digitales.</p>



<p>Además de esto, las posibilidades de distribución de ingresos, inclusión social, atención médica y educación han adquirido nuevas formas basadas en soluciones digitales que se han incorporado a estos diferentes procesos. El Estado ha descubierto formas más efectivas y eficientes de promover políticas públicas y apoyar a los más vulnerables.</p>



<p>Al mejorar las capacidades se elevó un nuevo nivel en términos de comprensión colectiva del uso de las TIC como instrumento para el empoderamiento ciudadano, así como para promover la cooperación y la solidaridad social. La inclusión digital llega a entenderse no solo como una clave económica sino, sobre todo, una clave social e incluso de supervivencia.</p>



<p>La adopción más intensa de herramientas digitales fue forjada por las limitaciones impuestas por la crisis y por la disponibilidad de respuestas y soluciones tecnológicas a los problemas más diversos que empeoraron. Estos fueron los principales factores catalizadores y no una decisión de política pública.</p>



<p>Por esta razón, es curioso que las oportunidades generadas por las soluciones digitales para enfrentar la crisis y sus impactos negativos den lugar a una mezcla de optimismo y perplejidad. El primero se deriva del potencial revelado de los servicios y aplicaciones digitales.</p>



<p>El segundo es resultado de la verificación de la incapacidad que muchos países, en mayor o menor medida, han tenido para priorizar y materializar una estrategia digital. En este sentido, al observar las políticas públicas adoptadas en el contexto anterior a Covid-19, parece faltar la estrategia digital, la audacia y el coraje. En algunos casos, la timidez y el abandono se mantuvieron en relación con la comprensión de las TIC como factor de crecimiento y desarrollo económico.</p>



<p>Sin embargo, &#8220;ya sea por amor o por dolor&#8221;, se dice popularmente en Brasil, se está experimentando una transformación digital durante la pandemia. A pesar del sentimiento de pausa, Heráclito de Éfeso, un filósofo presocrático, expresa correctamente que &#8220;la única constante es el cambio&#8221;.</p>



<p>En la era de esta transformación todas las organizaciones y todos los sectores son socios potenciales. Por lo tanto, es importante que sus efectos positivos no se limiten a las circunstancias de la crisis, sino que persistan y se maximicen.</p>



<p>Para eso, será necesario reflexionar sobre la construcción de estrategias nuevas y robustas para la transformación digital, cuyo objetivo es preparar a los países para una economía basada en datos en un mundo de dispositivos conectados, además, obviamente, para un gobierno digital y la democracia, es decir, una sociedad digital.</p>



<p>En este contexto, una comprensión saludable de la importancia del desarrollo de las telecomunicaciones es fundamental. Cuidamos un elemento básico para impulsar la vocación digital de los países. La disponibilidad de infraestructura de telecomunicaciones es un componente determinante para la evolución del ecosistema digital.</p>



<p>En otras palabras, es un elemento clave para el éxito de cualquier estrategia digital. En la práctica, dicha infraestructura proporciona conectividad a los participantes en la cadena de valor digital. No hay conectividad sin infraestructura de telecomunicaciones.</p>



<p>Si bien se presentan nuevas perspectivas, el proceso de mejora de las redes de telecomunicaciones se ve obstaculizado por las adversidades históricas. Con respecto a las oportunidades, si el estándar 4G cambió la vida de las personas, 5G reformará la sociedad y el entorno productivo. No es solo otra G, sino un paraguas que involucra y mejora varias tecnologías.</p>



<p>Además de un aumento en la velocidad de conexión, como ocurrió en la transición de la tecnología de tercera a cuarta generación, el estándar IMT-2020 tiene otras facetas, en particular las relacionadas con Internet de las cosas, tanto para aplicaciones masivas como para aquellas que son sensibles al retraso. La transición a 5G, una tecnología aún en su infancia, es un catalizador para la innovación y las nuevas tecnologías, como la Inteligencia Artificial, la robótica y la Realidad Virtual.</p>



<p>Estamos hablando de una red creciente de dispositivos conectados asociados con una increíble capacidad computacional cada vez más provista por la nube, con información del análisis de Big Data e inteligencia resultante del Aprendizaje Automático. Con la maduración de este ecosistema, las redes admitirán una multitud de servicios diferentes, con una inmensa cantidad de requisitos distintos, ofrecidos a través de una red que se auto configura según el tipo de uso.</p>



<p>El potencial de transformación resultante de las aplicaciones AR y VR es incalculable. Se pueden lograr revoluciones en las áreas de salud, educación tradicional, capacitación profesional y seguridad pública. Estamos ante el nacimiento de una plataforma tecnológica clave para la cuarta revolución industrial y para aumentar la productividad a través de la digitalización de las cadenas de valor en diferentes industrias.</p>



<p>Obviamente, aún se necesitará tiempo para desarrollar todos estos nuevos conceptos, incluidos los relacionados con el corte y la auto organización de las redes. Y cuando se trata de aplicaciones, vale la pena recordar que las personas nunca usan la tecnología de la forma en que los ingenieros la diseñan. Por lo tanto, la creatividad humana siempre juega un papel destacado.</p>



<p>En cuanto a los desafíos, es necesario superar las barreras que obstaculizan el desarrollo de esta infraestructura y los servicios de conectividad que proporciona. Después de todo, la reanudación de la actividad económica dependerá, en gran medida, de esta infraestructura y sus efectos transversales.</p>



<p>En Brasil, en particular, existe una carga tributaria incompatible e inconsistente con la esencialidad de los servicios. De hecho, es comparable a la aplicada al demérito de bienes. El llamado Fondo para la Universalización de los Servicios de Telecomunicaciones (FUST), cuyo propósito establecido por ley es garantizar para toda la población el acceso a las telecomunicaciones en condiciones justas y apropiadas, se ha utilizado sistemáticamente solo con fines fiscales.</p>



<p>Esta guía hace que sea imposible asignar recursos para expandir la infraestructura en áreas que carecen de atractivo económico y financiero. Mientras tanto, la brecha digital y sus consecuencias sociales se están profundizando. Y si hay algo que esta crisis ya ha enseñado, es que es necesario actuar antes de que se acumulen los problemas.</p>



<p>Por ejemplo, la dificultad para obtener licencias municipales para la instalación de torres y sitios para antenas de telecomunicaciones también dificulta la expansión de la cobertura de la red y la calidad de los servicios en las grandes ciudades brasileñas. Estas infraestructuras de apoyo, llamadas &#8220;pasivas&#8221;, a menudo se topan con la burocracia y la fragmentación de las competencias locales o incluso con reglas de instalación innecesarias e inapropiadas.</p>



<p>Finalmente, la dinámica de las telecomunicaciones y su contribución al desarrollo del ecosistema digital implica superar muchos desafíos, algunos históricos, y maximizar las oportunidades tecnológicas que se presentan.</p>



<p>Por lo tanto, los líderes, ya sea en el ámbito público o privado, involucrados en el desarrollo de la infraestructura de telecomunicaciones y en el desarrollo de estrategias digitales, tienen una responsabilidad aún mayor en términos de redoblar esfuerzos e imprimir soluciones creativas para que la agenda de telecomunicaciones y la sociedad digital ya está priorizado efectivamente.</p>



<p>Al final, la pausa para reflexionar que ofrece la crisis actual no puede ser una trampa para las especulaciones estériles o ser consumida en la solución de los problemas más inmediatos. Hay que saber cómo hacerlo de manera productiva, orientado a la formulación de nuevas medidas y estrategias, de manera que se impulse la transformación digital en las sociedades post-Covid-19.</p>
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