Anatel prevê operadora de infraestrutura para atuar após leilão da 5G

Tele.síntese – Miriam Aquino

” O dever de casa para depois do leilão da 5G é encontrar solução para a infraestrutura passiva e urbana e para o acesso ao espectro”, afirmou  o superintendente de Competição da Anatel, Abrão Balbino, ao avaliar os principais desafios que irão surgir após a licitação de frequências a ser realizada pela agência. Entre as alternativas que estão em análise pelo regulador, disse ele, está a da criação  de uma operadora de infraestrutura, que ficaria responsável por gerir a ocupação dos postes de energia elétrica.

Segundo Balbino, o acesso a essa infraestrutura é essencial e inevitável para que as redes de telecomunicações, calcadas na fibra óptica possam oferecer as reais condições para a 5G funcionar. E esse é, no seu entender, um dos principais gargalos setorias. Ele acredita que a criação de uma única operadora para gerir essa infraestrutura não encontrará  resistências entre os dois setores envolvidos – de telecom e de energia elétrica. Assinalou que, há 10 anos, as torres de celular eram tidas como ativos imprescindíveis para a prestação do serviço e que esse entendimento já não existe mais, tendo em vista que as operadoras já venderam essa infraestrutura para operadores especializados.  

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