Teletime – Henrique Julião
Após a realização do leilão 5G em 2020, a Anatel deve trabalhar em um novo modelo de regulação econômica de espectro que garanta acesso ao ativo para players diferentes dos que adquirirem as faixas durante a rodada de licitações. A informação foi compartilhada pelo superintendente de competição da agência, Abraão Balbino, durante a Futurecom.
“No pós-leilão nós precisaremos criar uma camada de regulação econômica do espectro, pegando tanto o que a lei nova (Lei 13.879/2019, que instituiu o novo modelo) permite de mercado secundário quanto outros níveis, como operadores virtuais e acordos de RAN sharing, para permitir o acesso ao espectro não só através de licitação”, sinalizou Balbino a este noticiário.