Teletime Henrique Julião
Em contribuição à consulta pública do MCTIC sobre a estratégia 5G brasileira, a Claro manifestou que o edital para o leilão de radiofrequências do ano que vem precisa disponibilizar uma quantidade “suficiente” de espectro para aplicações de quinta geração, ao mesmo tempo evitando “surpresas e discussões que possam atrasar ou inviabilizar o uso pleno” dos ativos – especialmente no caso da faixa de 3,5 GHz.
“É importante que a Anatel se debruce sobre as interferências que a faixa de 3,5 GHzacarreta nos receptores de […] serviços de transmissão via satélite (TVRO) em banda C, que hoje atendem cerca de 15 milhões a 18 milhões de residências”, afirmou o documento, assinado pela diretoria jurídica da Claro.