O Ministério da Gestão já começou a planejar a terceira encarnação da nuvem pública do governo federal, em licitação a ser realizada neste segundo semestre. E pelas contas até aqui, a experiência da segunda nuvem, na qual o governo partiu para o modelo de multicloud e orquestrador, será mantida.
Na avaliação da pasta, o modelo foi especialmente bem sucedido ao garantir preços abaixo dos principais concorrentes – e o maior concorrente no caso de atender os órgãos federais é o Serpro. Segundo o Ministério, o valor do serviço por meio da ata de registro de preços em vigor é um terço do cobrado pela estatal de TI.
“Vamos para a nuvem 3.0 embalados em grande sucesso da nuvem 2. Tivemos uma execução que superou 225% de efetivação de contratos. Foram 78 contratos gerados e um dos fatores muito importantes é o valor. Foi feito um estudo sobre o custo da implantação desse contrato e é um terço dos preços praticados com outras nuvens ou em contratações isoladas”, afirma a diretora da Central de Compras do Ministério da Gestão, Lara Brainer.