Brasil | Petrobras: redes privativas 5G para óleo e gás dependem de dispositivos à prova de explosão
A Petrobras é dona de um dos maiores projetos de rede celular privativa do Brasil, presente hoje em 26 localidades, entre instalações em terra e no mar, como refinarias e plataformas de petróleo. Sua rede opera hoje em 4G, mas seus equipamentos estão prontos para migrar para 5G. A atualização depende, contudo, de dois fatores: desenvolvimento de aplicações que requeiram a baixa latência e a alta velocidade do 5G, e a chegada de dispositivos 5G que sejam à prova de explosão, requisito fundamental para sua utilização na exploração de óleo e gás, informou a empresa em resposta enviada por email a Mobile Time.
A Petrobras, por enquanto, está satisfeita com a capacidade de sua rede 4G, que é operada pela Vivo, e pretende fazer a migração para o 5G de forma gradual. “De um modo geral, a rede privativa LTE 4G oferece uma excelente qualidade de serviço, com altas taxas e robustez necessários para atendimento a todas as demandas presentes”, descreve a empresa. Uma futura migração para a quinta geração dependerá de haver tablets, PDAs, sensores e robôs à prova de explosão com conectividade 5G, acrescenta. “Essa transição deve acontecer gradualmente na medida em que os dispositivos de usuário evoluírem”, informa a Petrobras.