Brasil | Plataforma ‘cripto’ precisará ter licença de balcão ou bolsa

Valor

Além de autorização do Banco Central (BC), apontado em decreto ontem como regulador do setor, todas as plataformas de criptomoedas, nacionais ou estrangeiras, terão de obter uma segunda licença da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar como balcão organizado ou bolsa de valores. Esse status praticamente só a B3 tem hoje no país. Isso será necessário para que possam continuar negociando de forma regular os mais variados tokens de criptoativos no mercado secundário, como já fazem atualmente.

No mundo dos criptoativos, as atividades de corretora e de bolsa de valores se confundem, tanto que as plataformas se autodenominam “exchanges”. No segmento regulado das finanças tradicionais, são negócios apartados com regras próprias para dirimir conflitos de interesse, promover transparência na formação de preços e impedir manipulações.

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