Teletime – Henrique Julião
A fragmentação e a subutilização do 3,5 GHz em países da América Latina devem ser os maiores desafios para o uso da faixa no contexto da próxima geração de comunicação (5G) na região. Até o momento, os avanços dos diferentes países latino-americanos são díspares, com o Brasil saindo na frente. As conclusões são de relatório elaborado pela 5G Americas que analisou a situação da banda média no continente.
“A América Latina está nos estágios iniciais para a identificação de bandas médias e altas para as tecnologias IMT-2020. Os avanços dos diferentes países são díspares. Alguns reguladores, como o caso da Anatel (Brasil), começaram cedo a identificar espectro para 5G e elaboraram planos nesse sentido. Outros aguardam as decisões que serão tomadas na próxima CMR-19 para adaptar as suas tabelas nacionais de atribuição de espectro”, pontuou o documento. A edição de 2019 da Conferência Mundial de Radiocomunicação (CMR-19) da União Internacional de Telecomunicações (UIT) começa em outubro.