A revolução prometida pelo 5G, mais do que apenas uma evolução do 4G, está diretamente ligada à quantidade suficiente de espectro nas diferentes camadas de radiofrequências já previstas para a nova onda tecnológica. Este foi um ponto de convergência entre prestadoras, fornecedores e do órgão regulador, a Anatel, que discutiram o assunto na sessão temática Espectro para 5G: um roadmap necessário, realizado no Painel Telebrasil 2019, nesta terça-feira, 21/05, em Brasília.
“Temos que nos preocupar com que a experiência do usuário no 5G seja adequada e represente algo diferente, que não seja mais do mesmo. Para isso vamos precisar de larguras de faixas superiores ao 4G, destacou o gerente de Espectro da agência reguladora, Agostinho Linhares.