Brasil | Inteligência artificial abre chance para ‘manter o contato’ com quem já morreu

Estadão – Maria Isabel Miqueletto

O uso de inteligência artificial (IA) para prever mortes de pacientes já é uma realidade em hospitais em diversos países, incluindo o Brasil. Agora, algoritmos querem ir além e nos colocar em contato com pessoas que já morreram – ou quase isso.

Uma leva de projetos quer usar IA para replicar conhecimentos, memórias e características de pessoas que cruzaram a fronteira final da vida. A ideia é preservar o legado e permitir que os parentes possam superar o luto de uma nova forma.

Um desses aplicativos é o Legathum, criado pelo cearense Deibson Silva, que decidiu transformar a tristeza pela perda da avó aos 18 anos em motivação para o projeto. “O intuito não é replicar a pessoa, mas seu conhecimento, suas memórias, sua mentalidade, seu perfil de comportamento – e a partir daí permitir que filhos e netos possam interagir com essa IA e acessar as lembranças”, resume o neuropsicólogo, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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